Angus Young revela qual é o clássico do AC/DC que considera “o rock perfeito para um guitarrista”
Written by Gabriel Yuki on 5 de agosto de 2026
Quando se fala em AC/DC, é comum que os holofotes estejam voltados para a energia contagiante de Angus Young, eternizado pelo uniforme de estudante, pelos solos explosivos e pela presença de palco inconfundível. Da mesma forma, os vocais marcantes de Bon Scott e, posteriormente, de Brian Johnson ajudaram a transformar a banda australiana em uma das maiores referências da história do rock.
Mas por trás de toda essa potência existia uma peça fundamental, muitas vezes menos lembrada pelo grande público: Malcolm Young.
Irmão mais velho de Angus, Malcolm foi muito mais do que o guitarrista-base do AC/DC. Considerado o líder criativo da banda, ele desempenhou um papel decisivo na construção da identidade musical do grupo, sendo responsável por grande parte das composições e pelos riffs que marcaram gerações.
Enquanto Angus brilhava nos solos, era Malcolm quem sustentava a estrutura das músicas com uma guitarra precisa, pesada e extremamente marcante. Seu estilo direto, sem excessos, ajudou a criar uma sonoridade única, que se tornou marca registrada do AC/DC ao longo de décadas.
Clássicos como Highway to Hell, Back in Black, Thunderstruck, You Shook Me All Night Long e Hells Bells carregam a assinatura criativa de Malcolm, cuja simplicidade e eficiência provaram que grandes canções não dependem de complexidade, mas de riffs memoráveis e uma base sólida.
Reconhecido por músicos e críticos como um dos maiores guitarristas-base da história do rock, Malcolm Young deixou um legado que vai muito além de sua discrição nos palcos. Sua contribuição foi essencial para transformar o AC/DC em um fenômeno mundial, influenciando gerações de bandas e consolidando um estilo que permanece atual até hoje.
Embora Angus seja o rosto mais conhecido do grupo, muitos fãs e especialistas concordam que o coração do AC/DC sempre bateu no ritmo da guitarra de Malcolm Young.